O COVEIRO:
Quando nasceu sua mãe não queria que seu filho fosse apenas mais um na pequena cidade onde morava, e pra ele se destacar dos outros ela escolheu um nome forte e diferente, Washington seria um nome perfeito, de peso sem duvidas.
Mas a vida não foi fácil pra ele, desde pequeno teve que abandonar os estudos para ajudar o pai como pedreiro, por ser franzino não era de fazer muita força, então o pai o colocava pra cavar, e assim seguia a vida, e o pai sempre reclamando do moleque: “Esse meu filho só nasceu pra uma coisa que preste, essa coisa foi pra fazer buracos e nada mais, esse indecente parece mais um filho de tatu do que meu próprio filho...”
Quando o seu pai morreu de cirrose, Washington foi ao enterro sem muita tristeza, apenas um vazio, uma falta de sentimento para com o pai do qual nunca foram íntimos. A única coisa que chamou a sua atenção foi à cova, nunca tinha visto uma antes, mas sabia que com certeza se ele quem tivesse feito seria muito melhor.
Menos de um ano da morte do pai, sua mãe também acabou morrendo de tristeza, a pobre mulher de vida dura em que a quantidade de rugas no rosto denunciava a quão sofrida foi à vida.
Washington fez questão de ele próprio cavar a cova da mãe, e na cidade nunca antes alguém caprichou tanto em uma cova, com exatos sete palmos, bem espaçosa e arejada, e desde então o próprio prefeito lhe fez uma oferta de emprego, seria o coveiro oficial da cidade.
Washington ainda lembrava perfeitamente o primeiro velório que fez como oficialmente um “coveiro”, foi horrível, não que não gostasse do que fazia, mas ver a tristeza das pessoas e o desespero de literalmente enterrar um ente querido, era algo de cortar o coração, mas agora depois de 50 anos ele já não ligava mais, era algo bom pra ele, como se estivesse recebendo mais um companheiro pra conversar. E desses companheiros o mais especial foi o “Seu Alcides”, o primeiro “defunto” que enterrou, e depois de tantos anos eles vivem conversando a noite, contando causos, bebendo e fumando pra passar a noite, coisa da qual Alcides era completamente contra, dizia que um dia ainda iria matá-lo.
Alcides andava preocupado com o companheiro, estava velho e solitário, com tosses cada vez mais compridas, mas o velhinho era teimoso, sentado entre as tumbas ele conversava com todos os mortos, geralmente os mais antigos, e todos sem exceção o aconselhavam, a parar de beber, fumar, conhecer pessoas novas e “vivas”. Mas Washington teimoso feito mula, se sentia bem ali, era respeitado, quando falava todos escutavam, não era “invisível” com na cidade, que as pessoas atravessavam a rua para não o cumprimentar.
Nessa noite de transição do Verão para o Outono o clima estava ótimo, uma brisa fresca deixava o cemitério com cara de praia, o céu limpo e a lua iluminava todos os túmulos, fato que deixou todas as almas felizes e um burburinho no ar, convidaram Washington para um “lual”, ele levou um garrafão de 5 litros de vinho barato, também trouxe o violão, a cantoria durou a noite toda, e quando o sol estava prestes a dar as caras e o vinho chegara ao fim, foi que Washington deitou em cima de um tumulo e adormeceu...
...Quando acordou, o brilho do sol quase o cegou, e apesar do céu azul o tempo estava geladinho, o que o fez arrepiar-se. Estranhou olhando de cima que alguém havia cavado uma cova nova, como se atreviam invadir o seu território, e pior, uma cova raza e torta, alguém iria ter que escutar umas poucas e boas por esse disparate. De repente sentiu uma mão amiga em seu ombro, era Alcides ao seu lado com um sorriso terno, do tipo que só se encontra em amigos verdadeiros, e com uma voz doce perguntou se ele havia gostado da festa de despedida? E foi quando Washington percebeu que estava olhando seu próprio enterro do alto de uma amoreira. Comentou que não havia muitas pessoas, e odiou o terno e o modo de como pentearam seu cabelo. Alcides perguntou se estava triste e ele respondeu que nunca gostou mesmo de estar vivo e que só iria sentir falta do cigarro e do violão e o amigo disse que pra onde ele iria tinha violão...
quinta-feira, 2 de abril de 2015
O FUSCA:
Mallu nunca foi o ideal de beleza, magra como uma “táuba”, exalava aquele típico cheiro de jeans molhado, vestia se como se “o defunto fosse maior”. Era metida a ser “Vegan”, mas não resistia a sorvetes, “danoninho” e comia escondida macarronada com salsicha.
Em meados de 2009 Mallu conheceu Marcello, não foi amor a primeira vista, ele filho único de pais pobres, típico garoto criado por avós, daqueles que anda todo arrumadinho e cheiroso, ri de praticamente tudo, e de um coração frágil feito cristal, tem olhos particularmente lindos, de um azul turquesa, penetrantes e irresistíveis, e foi assim que conquistou Mallu.
Com quase nada em comum, foram a ausência de beleza e dinheiro, acabaram casando-se.
Montaram uma casa simples de 3 cômodos, mas bem aconchegante, cheia de moveis usados e decorada com muito artesanato, que deixava a gente tão a vontade que nem dava vontade de ir embora quando ia visitar.
Mas desde o começo, teve a discordância de valores, Marcello ganhou como presente de casamento um fusca do pai, e Mallu simplesmente odiava “fuscas”, dizia que era como desfilar com um atestado de pobreza ter um fusca por aí.
Mallu sempre colocava uma pressão de que se Marcello não trocasse de carro ela o largaria, mas o fusca que foi do avô, do pai e agora seu, era de fato um ótimo carro, impecável e ele não via motivo para trocar de carro e assumir uma divida.
E o fusca foi à gota da água para acabar com o relacionamento dos dois, Mallu não demorou muito e começou a namorar o cara mais rico da cidadezinha onde moravam, e Marcello continuou conformado com seu fusca.
Mallu foi pedida em casamento, e no dia do casamento ela estava super feliz, a cerimônia foi digna de final de novela das oito, e quando foi sair da igreja o pai do seu noivo havia comprando de presente um carro antigo de colecionador, bem conservado e pouquíssima quilometragem, e ela partiu para sua lua de mel dentro de um fusca que lhe era bem particular, e quando passou em frente do barzinho q frequentava viu Marcello com seus amigos bebendo e cantando ao som de violão, e nesse momento ela já não estava tão feliz quanto na hora do “sim” na igreja...
Mallu nunca foi o ideal de beleza, magra como uma “táuba”, exalava aquele típico cheiro de jeans molhado, vestia se como se “o defunto fosse maior”. Era metida a ser “Vegan”, mas não resistia a sorvetes, “danoninho” e comia escondida macarronada com salsicha.
Em meados de 2009 Mallu conheceu Marcello, não foi amor a primeira vista, ele filho único de pais pobres, típico garoto criado por avós, daqueles que anda todo arrumadinho e cheiroso, ri de praticamente tudo, e de um coração frágil feito cristal, tem olhos particularmente lindos, de um azul turquesa, penetrantes e irresistíveis, e foi assim que conquistou Mallu.
Com quase nada em comum, foram a ausência de beleza e dinheiro, acabaram casando-se.
Montaram uma casa simples de 3 cômodos, mas bem aconchegante, cheia de moveis usados e decorada com muito artesanato, que deixava a gente tão a vontade que nem dava vontade de ir embora quando ia visitar.
Mas desde o começo, teve a discordância de valores, Marcello ganhou como presente de casamento um fusca do pai, e Mallu simplesmente odiava “fuscas”, dizia que era como desfilar com um atestado de pobreza ter um fusca por aí.
Mallu sempre colocava uma pressão de que se Marcello não trocasse de carro ela o largaria, mas o fusca que foi do avô, do pai e agora seu, era de fato um ótimo carro, impecável e ele não via motivo para trocar de carro e assumir uma divida.
E o fusca foi à gota da água para acabar com o relacionamento dos dois, Mallu não demorou muito e começou a namorar o cara mais rico da cidadezinha onde moravam, e Marcello continuou conformado com seu fusca.
Mallu foi pedida em casamento, e no dia do casamento ela estava super feliz, a cerimônia foi digna de final de novela das oito, e quando foi sair da igreja o pai do seu noivo havia comprando de presente um carro antigo de colecionador, bem conservado e pouquíssima quilometragem, e ela partiu para sua lua de mel dentro de um fusca que lhe era bem particular, e quando passou em frente do barzinho q frequentava viu Marcello com seus amigos bebendo e cantando ao som de violão, e nesse momento ela já não estava tão feliz quanto na hora do “sim” na igreja...
COISAS QUE TENHO QUE FAZER AINDA ESSE ANO:
1º Ser abduzido e dar um rolê de disco voador.
2º Pintar um quadro do homem invisível com um cisco no olho.
3º Tirar uma foto ao lado de um político honesto.
4º Achar alguém que goste de cúrintiano, que não seja a policia e nem a mãe dele.
5º Patinar no lago em julho quando ele congelar.
6º Ter um filho homem, e colocar o nome dele de Scooby, só pra gritar “Scooby meu filho”.
7º Ir no Dallpozzo sem q nenhuma fiscal fique me olhando no caixa pra ver se não roubei nada.
8º Abrir o FB e não ver nenhuma foto de garota fazendo “beicinho”.
9º Tentar ignorar postagens de gente reclamando de política, mas continua votando em canalhas.
10º Vou parar de reclamar dos clientes que não chegam na hora, dos que marca e não vem, dos que perguntam se dói, dos quais acham que qualquer tattoo é R$30,00...
Jamais prometa o q não pode cumprir, pq tem um grande risco de magoar alguém!
1º Ser abduzido e dar um rolê de disco voador.
2º Pintar um quadro do homem invisível com um cisco no olho.
3º Tirar uma foto ao lado de um político honesto.
4º Achar alguém que goste de cúrintiano, que não seja a policia e nem a mãe dele.
5º Patinar no lago em julho quando ele congelar.
6º Ter um filho homem, e colocar o nome dele de Scooby, só pra gritar “Scooby meu filho”.
7º Ir no Dallpozzo sem q nenhuma fiscal fique me olhando no caixa pra ver se não roubei nada.
8º Abrir o FB e não ver nenhuma foto de garota fazendo “beicinho”.
9º Tentar ignorar postagens de gente reclamando de política, mas continua votando em canalhas.
10º Vou parar de reclamar dos clientes que não chegam na hora, dos que marca e não vem, dos que perguntam se dói, dos quais acham que qualquer tattoo é R$30,00...
Jamais prometa o q não pode cumprir, pq tem um grande risco de magoar alguém!
MINHA INVEJA:
Quando criança o sonho do meu pai era que eu me tornasse um militar, pra ele tanto fazia eu ser um policial militar ou um soldado do exercito, o que importava era que eu usasse uma farda e uma arma, ele queria que eu realizasse o seu sonho frustrado de nunca ter usado uma farda, mas logo viu que não era minha praia, então seu novo plano foi tentar me tornar um torneiro mecânico igual a ele, tentei fazer a prova do SENAI, mas como usar um macacão e ficar sujo de graxa também não fazia parte dos meus planos mesmo o salario sendo bom, acabei reprovando duas vezes na prova.
E hj eu trabalho no que eu gosto, ganho meu dinheiro honestamente e trabalhando bastante apesar da maioria não acreditar!
Mas já na minha época, os pais mais pobres sonhavam com um futuro melhor para os filhos, como não tinham condições para pagar uma faculdade de medicina, engenharia, ou advocacia o jeito era jogar na loteria ou se for menino que ele vire um jogador de futebol, que as chances de isso acontecer eram iguais ao da Mega Sena.
Hj em dia o sonho dos pais são um pouco menos nobre, já vi mães que sonham que suas filhas se tornem “putas de rico”, e acredite não é modo de falar não, eu escutei isso da própria mãe da garota. Uma amiga uma vez disse que seu sonho era se tornar dançarina de funk, hj ela se arrepende de um dia que falou isso pra mim, pq eu jamais esqueci kkk, outra disse que o sonha era ser “Paniquet”, prefiro nem comentar.
Estou falando tudo isso pq devidos alguns comentários que fiz, pessoas disseram q eu estava com ciumes do carinha que foi para o Big Brother, pelo contrario nem sei quem é, e nem tenho nada contra e nem a favor, como disse uma vez, eu jamais iria pra um programa assim, a não ser se tivesse certeza que ganharia o premio, fora isso pq eu iria me expor, eu e minha família? O que a pessoa tem que fazer para ganhar? Se comportar como um idiota musculoso sem camisa, passar a maior parte do tempo mostrando a bunda, ficar bêbado em rede nacional e brigar por comida. Vc pode não acreditar, mas participar do programa mais degradante dos últimos tempos não faz parte dos meus sonhos, ainda prefiro trabalhar.
Mas isso é apenas minha opinião, e minha opinião não tem q ser levada a serio Emoticon wink
Quando criança o sonho do meu pai era que eu me tornasse um militar, pra ele tanto fazia eu ser um policial militar ou um soldado do exercito, o que importava era que eu usasse uma farda e uma arma, ele queria que eu realizasse o seu sonho frustrado de nunca ter usado uma farda, mas logo viu que não era minha praia, então seu novo plano foi tentar me tornar um torneiro mecânico igual a ele, tentei fazer a prova do SENAI, mas como usar um macacão e ficar sujo de graxa também não fazia parte dos meus planos mesmo o salario sendo bom, acabei reprovando duas vezes na prova.
E hj eu trabalho no que eu gosto, ganho meu dinheiro honestamente e trabalhando bastante apesar da maioria não acreditar!
Mas já na minha época, os pais mais pobres sonhavam com um futuro melhor para os filhos, como não tinham condições para pagar uma faculdade de medicina, engenharia, ou advocacia o jeito era jogar na loteria ou se for menino que ele vire um jogador de futebol, que as chances de isso acontecer eram iguais ao da Mega Sena.
Hj em dia o sonho dos pais são um pouco menos nobre, já vi mães que sonham que suas filhas se tornem “putas de rico”, e acredite não é modo de falar não, eu escutei isso da própria mãe da garota. Uma amiga uma vez disse que seu sonho era se tornar dançarina de funk, hj ela se arrepende de um dia que falou isso pra mim, pq eu jamais esqueci kkk, outra disse que o sonha era ser “Paniquet”, prefiro nem comentar.
Estou falando tudo isso pq devidos alguns comentários que fiz, pessoas disseram q eu estava com ciumes do carinha que foi para o Big Brother, pelo contrario nem sei quem é, e nem tenho nada contra e nem a favor, como disse uma vez, eu jamais iria pra um programa assim, a não ser se tivesse certeza que ganharia o premio, fora isso pq eu iria me expor, eu e minha família? O que a pessoa tem que fazer para ganhar? Se comportar como um idiota musculoso sem camisa, passar a maior parte do tempo mostrando a bunda, ficar bêbado em rede nacional e brigar por comida. Vc pode não acreditar, mas participar do programa mais degradante dos últimos tempos não faz parte dos meus sonhos, ainda prefiro trabalhar.
Mas isso é apenas minha opinião, e minha opinião não tem q ser levada a serio Emoticon wink
CHARLIE E BIG BROTHER:
Eu sou Charlie, eu sou “Rafinha Bastos”, e “Danilo Gentile”, eu sou “Não Salvou” e “Um Sábado Qualquer” e tantos outros que fazem humor pelo simples fato de que fazer rir e muito melhor do que fazer guerra.
As pessoas erroneamente se julgam melhores que as outras só pq adoram um determinado Deus.
É inacreditável ver pessoas dizendo nas redes sociais que os cartunistas mereceram morrem, que não respeitaram a religião dos outros deu nisso. Saudade que eu tenho dos tempos dos Trapalhões de que o podiam fazer piadas com Didi por ser “cabeça chata” e Dedé de ser um suposto “gay”, o Mussum um “alcoólatra” e o Zacarias “não muito inteligente”, e todos riam, pq sabíamos que era apenas uma piada!
Fico aki imaginando que tipo de Deus que não tem senso de humor, e pior ainda que sendo um ser celestial e poderoso não consegue punir que o desacatou e ao invés de mandar um raio na cabeça do “piadista” ele precisa de um mero mortal e meio maluco pra vingar o “bullying” que fizeram no jornal?!
Ta certo que sou a favor de que brincadeira tem hora, e tem que respeitar a cultura do próximo, mas quem disse que o cartoon é o profeta? Ignora a brincadeira, responda com outra piada, os caras são homens bombas, derrubam aviões, decapitam pessoas, mas ai vê um desenho e ficam todo ofendidos???
Tem aquele ditado que o velho e sábio profeta já dizia, “Não sabe brincar, nem desse pro play!”, em outras palavras o certo seria se isolar no seu mundo já que não consegue viver em sociedade.
Dai sempre alguém que vai falar e o “Massacre dos Nigerianos”? E quando invadiram o Iraque e não tinha bomba nenhuma. Pra mim tem uma diferença em questão de importância, em países do continente Africanos e oriente médio estão sempre tendo massacres, guerras, meio que é normal, não assusta tanto mais.
Por importância ou por afinidade, a morte dos franceses me tocou, e eu como estou sempre sendo mau interpretado com minhas piadas, melhor eu parar de falar de BBB senão logo vem alguém aki no Studio me metralhar hahaha.
Eu sou Charlie, eu sou “Rafinha Bastos”, e “Danilo Gentile”, eu sou “Não Salvou” e “Um Sábado Qualquer” e tantos outros que fazem humor pelo simples fato de que fazer rir e muito melhor do que fazer guerra.
As pessoas erroneamente se julgam melhores que as outras só pq adoram um determinado Deus.
É inacreditável ver pessoas dizendo nas redes sociais que os cartunistas mereceram morrem, que não respeitaram a religião dos outros deu nisso. Saudade que eu tenho dos tempos dos Trapalhões de que o podiam fazer piadas com Didi por ser “cabeça chata” e Dedé de ser um suposto “gay”, o Mussum um “alcoólatra” e o Zacarias “não muito inteligente”, e todos riam, pq sabíamos que era apenas uma piada!
Fico aki imaginando que tipo de Deus que não tem senso de humor, e pior ainda que sendo um ser celestial e poderoso não consegue punir que o desacatou e ao invés de mandar um raio na cabeça do “piadista” ele precisa de um mero mortal e meio maluco pra vingar o “bullying” que fizeram no jornal?!
Ta certo que sou a favor de que brincadeira tem hora, e tem que respeitar a cultura do próximo, mas quem disse que o cartoon é o profeta? Ignora a brincadeira, responda com outra piada, os caras são homens bombas, derrubam aviões, decapitam pessoas, mas ai vê um desenho e ficam todo ofendidos???
Tem aquele ditado que o velho e sábio profeta já dizia, “Não sabe brincar, nem desse pro play!”, em outras palavras o certo seria se isolar no seu mundo já que não consegue viver em sociedade.
Dai sempre alguém que vai falar e o “Massacre dos Nigerianos”? E quando invadiram o Iraque e não tinha bomba nenhuma. Pra mim tem uma diferença em questão de importância, em países do continente Africanos e oriente médio estão sempre tendo massacres, guerras, meio que é normal, não assusta tanto mais.
Por importância ou por afinidade, a morte dos franceses me tocou, e eu como estou sempre sendo mau interpretado com minhas piadas, melhor eu parar de falar de BBB senão logo vem alguém aki no Studio me metralhar hahaha.
QUESTIONS:
Eu escuto tanto essas perguntas que talvez vc já tenha feito uma delas sem se tocar.
1ª Gostaria de agendar um horário. (- Só tenho pra semana que vem!) E para hj?
( Pense comigo, se tivesse para hj eu teria falado ).
2ª Queria agendar um horário. (- Para agendar vc precisa dar uma entrada. ) Posso ligar pra marcar? ( A tecnologia esta bem avançada, mas não consigo imaginar como a pessoa vai mandar a entrada por telefone?!).
3ª Eu sou menor posso fazer tattoo? (- Alguém da família, maior de idade vai ter que vim aki autorizar!) Meu amigo é maior ele pode? ( Se seu pai pulou a cerca e seu amigo na verdade é seu irmão acho que poderia...)
4ª Mas a vez que vc falou o preço era R$30,00 a tattoo ( É que depois de 5 anos as coisas costumam aumentar o valor!).
5ª Gostaria de cobrir essa tattoo com um tribal... ( - Seria como cobrir o sol com uma peneira, as parte pretas do tribal cobririam , mas e os vãos livres? Pra mim é tão lógico isso!).
6ª Gostaria de fazer um infinito pqno e escrever um salmo dentro, tem como? ( Tem gente que pensa que só pq da pra escrever um nome no caroço de arroz, da pra fazer esse tipo de coisa em tattoo).
7ª Tem como cobrir essa tattoo com uma borboletinha? ( A tattoo tem quase um palmo, que tipo de bruxaria é essa que faz estacionar um ônibus numa vaga de carro?)
8ª Queria fazer uma pimentinha no bumbum, vou ter q tirar a calça? ( Nunca tatuei por cima do jeans, mas podemos tentar, seria legal.)
Pra mim que trabalho com isso todas essas perguntas tem uma resposta obvia, mas eu tenho que ter paciência pq para algumas pessoas é novidade então não sabem mesmo, mas tem casos que eu acho que só perguntam pra me sacanear ...
Eu escuto tanto essas perguntas que talvez vc já tenha feito uma delas sem se tocar.
1ª Gostaria de agendar um horário. (- Só tenho pra semana que vem!) E para hj?
( Pense comigo, se tivesse para hj eu teria falado ).
2ª Queria agendar um horário. (- Para agendar vc precisa dar uma entrada. ) Posso ligar pra marcar? ( A tecnologia esta bem avançada, mas não consigo imaginar como a pessoa vai mandar a entrada por telefone?!).
3ª Eu sou menor posso fazer tattoo? (- Alguém da família, maior de idade vai ter que vim aki autorizar!) Meu amigo é maior ele pode? ( Se seu pai pulou a cerca e seu amigo na verdade é seu irmão acho que poderia...)
4ª Mas a vez que vc falou o preço era R$30,00 a tattoo ( É que depois de 5 anos as coisas costumam aumentar o valor!).
5ª Gostaria de cobrir essa tattoo com um tribal... ( - Seria como cobrir o sol com uma peneira, as parte pretas do tribal cobririam , mas e os vãos livres? Pra mim é tão lógico isso!).
6ª Gostaria de fazer um infinito pqno e escrever um salmo dentro, tem como? ( Tem gente que pensa que só pq da pra escrever um nome no caroço de arroz, da pra fazer esse tipo de coisa em tattoo).
7ª Tem como cobrir essa tattoo com uma borboletinha? ( A tattoo tem quase um palmo, que tipo de bruxaria é essa que faz estacionar um ônibus numa vaga de carro?)
8ª Queria fazer uma pimentinha no bumbum, vou ter q tirar a calça? ( Nunca tatuei por cima do jeans, mas podemos tentar, seria legal.)
Pra mim que trabalho com isso todas essas perguntas tem uma resposta obvia, mas eu tenho que ter paciência pq para algumas pessoas é novidade então não sabem mesmo, mas tem casos que eu acho que só perguntam pra me sacanear ...
CRIME PASSIONAL:
Dartagnan não palhaço, seus pais era palhaços e seus avós também, criado no circo a vida toda, sempre teve o espírito livre e desprendido de valores.
Quando fez 18 anos escolheu a menina mais bonita da arquibancada que assistia ao espetáculo como seu presente de aniversario, e naquela noite a conquistou, desvirginou, engravidou e a roubou da família, e da pequena cidade do interior do Paraná. A menina Eva, da qual ele só a chamava de Princesa por Dartagnan, teve como o seu primeiro e único filho Jojhua, que como tinha nascido na corte deveria ter nome de Rei.
Jojhua cresceu, virou homem de corpo esculpido pelo serviço pesado do circo e exercícios no trapézio, e apesar de ter um corpo de um gladiador romano e cara de anjo, o rapaz era uma criança grande, de um enorme coração e de uma alegria contagiante, e de único vicio eram suas tatuagens, e amor incondicional pelo pai do qual era seu herói, amava a sua mãe, mas tinha uma admiração exagerada por Dartagnan.
Mas seu pai era um homem trabalhador e honesto, mas longe de ser admirado, tinha um fraco pelo álcool, jogos, e mulheres, e constantemente arrumava confusões nos carteados, e quase sempre se apresentava bêbado, dizia que era mais engraçado assim.
Certo dia sua cunhada a “princesa” caçula caiu em uma de suas investidas, e enquanto todos se apresentavam eles transaram no camarim dos anões. Já na manhã seguinte todos já sabiam da traição, e Rodriguez o tratador dos animais jurou matar o cunhado Dartagnan, a Princesa Eva envergonhada e triste acabou abandonando o circo, mas Jojua preferiu ficar com o pai.
O circo perdeu a alegria com o acontecido e Jojhua começou a passar a maior parte dos dias em seu camarim, até que um dia Rodriguez entrou sorrateiramente e esfaqueou Jojhua por vingança e logo em seguida pôs fogo no circo.
De palhaço Dartagnan virou um “detetive” e só sossegou quando a policia prendeu o assassino do seu filho.
Cinco anos depois Dartagnan achou o assassino do seu filho e entregou para a policia, Eva e Dartagnan voltaram depois de sete anos separados, a mágoa da traição ainda existe, mas esta guardada em algum cantinho bem fundo do coração, e o amor que restou é o alento pra suprir a falta que Jojhua faz...
Dartagnan não palhaço, seus pais era palhaços e seus avós também, criado no circo a vida toda, sempre teve o espírito livre e desprendido de valores.
Quando fez 18 anos escolheu a menina mais bonita da arquibancada que assistia ao espetáculo como seu presente de aniversario, e naquela noite a conquistou, desvirginou, engravidou e a roubou da família, e da pequena cidade do interior do Paraná. A menina Eva, da qual ele só a chamava de Princesa por Dartagnan, teve como o seu primeiro e único filho Jojhua, que como tinha nascido na corte deveria ter nome de Rei.
Jojhua cresceu, virou homem de corpo esculpido pelo serviço pesado do circo e exercícios no trapézio, e apesar de ter um corpo de um gladiador romano e cara de anjo, o rapaz era uma criança grande, de um enorme coração e de uma alegria contagiante, e de único vicio eram suas tatuagens, e amor incondicional pelo pai do qual era seu herói, amava a sua mãe, mas tinha uma admiração exagerada por Dartagnan.
Mas seu pai era um homem trabalhador e honesto, mas longe de ser admirado, tinha um fraco pelo álcool, jogos, e mulheres, e constantemente arrumava confusões nos carteados, e quase sempre se apresentava bêbado, dizia que era mais engraçado assim.
Certo dia sua cunhada a “princesa” caçula caiu em uma de suas investidas, e enquanto todos se apresentavam eles transaram no camarim dos anões. Já na manhã seguinte todos já sabiam da traição, e Rodriguez o tratador dos animais jurou matar o cunhado Dartagnan, a Princesa Eva envergonhada e triste acabou abandonando o circo, mas Jojua preferiu ficar com o pai.
O circo perdeu a alegria com o acontecido e Jojhua começou a passar a maior parte dos dias em seu camarim, até que um dia Rodriguez entrou sorrateiramente e esfaqueou Jojhua por vingança e logo em seguida pôs fogo no circo.
De palhaço Dartagnan virou um “detetive” e só sossegou quando a policia prendeu o assassino do seu filho.
Cinco anos depois Dartagnan achou o assassino do seu filho e entregou para a policia, Eva e Dartagnan voltaram depois de sete anos separados, a mágoa da traição ainda existe, mas esta guardada em algum cantinho bem fundo do coração, e o amor que restou é o alento pra suprir a falta que Jojhua faz...
BANHO DE MAR:
Longe de ter sido o melhor réveillon da minha vida, acho que tudo que podia dar errado deu. O carro começou a falhar na estrada, no meu terreno recém aterrado era puro barro por causa da chuva que não parava devido a incessante chuva minha barraca começou a ficar úmida e tive que dormir na minha recém construída “MANSÃO” segundo um pessoa que andou dizendo em um cabeleireiro aki na cidade que eu tinha uma baita mansão na praia. Na verdade foi apenas um barraco de madeira construído as pressas pelo meu cunhado, imagina alem de goteiras, quatro adultos, duas crianças e dois cachorros, todos trancados em um cômodo só, sem teve, dormindo no chão e acordando com cheiro de xixi e coco dos cães, o clima tava tenso e sorte que São Pedro colaborou e fez sol alguns dias, mas a convivência com pessoas que não temos afinidades, e pensão diferentes, o barraco começou a virar um barril de pólvora, tudo gerava estresse, a comida, a louça, o chuveiro que não esquentava, a noite era o ronco, os puns, pernilongos e uma danceteria que mesmo longe eu escutava tudo até umas quatro da manhã.
Ninguém aguentava mais, e eu era o único que tentava animar o ambiente, e no dia 30 a galera queria voltar, quando não era a chuva era o corpo todo queimado de sol, e eu firme e forte, afinal era só mais um único dia pra ver a virada de ano na beira da praia.
Eu tive uma brilhante ideia, pra melhorar o clima eu resolvi fazer um churrasco pq não existe nada melhor pra animar o clima que cerveja e carne, e convidei um senhor dono de uma pousada que eu havia ficado um ano antes que fiz amizade, mas incrível que depois de três dias de sol escaldante e quase uma hora na fila do mercado, acendi a churrasqueira que era um buraco no chão e uma grelha que achamos jogada na rua, mas realmente tudo estava dando errado e começou uma tempestade, mas sou persistente e cobri a churrasqueira com um pedaço de lona e desejei que meu convidado não aparecesse pra comer, e debaixo de temporal ele apareceu. A chuva não parou, acabou a luz, a cerveja estava quente, a carne mal passada, mas nada que abalasse eu e o convidado que começamos a contar piadas e causos, e entramos noite adentro rindo.
Enfim chegou dia 31, a praia lotada com clima de Rave, todos de branco e quando deu meia noite e os fogos começaram nós fomos os primeiros a entrar no mar e todos começaram a entrar também, e saiu i DJ e entrou uma banda ao vivo tocando “BOA NOITE XANGÔ” do Rappa, e eu aos berros e jogando água para cima cantava... “Noite chegou, Uma estrela caiu no mar. Boa noite Xangô, Anjo de Iemanjá. Barco cheio de flor. Alguém para te esperar. Quando você chegar Ou foooorrrr...”
E der repente a água do mar ficou doce e minha alma foi lavada!
Longe de ter sido o melhor réveillon da minha vida, acho que tudo que podia dar errado deu. O carro começou a falhar na estrada, no meu terreno recém aterrado era puro barro por causa da chuva que não parava devido a incessante chuva minha barraca começou a ficar úmida e tive que dormir na minha recém construída “MANSÃO” segundo um pessoa que andou dizendo em um cabeleireiro aki na cidade que eu tinha uma baita mansão na praia. Na verdade foi apenas um barraco de madeira construído as pressas pelo meu cunhado, imagina alem de goteiras, quatro adultos, duas crianças e dois cachorros, todos trancados em um cômodo só, sem teve, dormindo no chão e acordando com cheiro de xixi e coco dos cães, o clima tava tenso e sorte que São Pedro colaborou e fez sol alguns dias, mas a convivência com pessoas que não temos afinidades, e pensão diferentes, o barraco começou a virar um barril de pólvora, tudo gerava estresse, a comida, a louça, o chuveiro que não esquentava, a noite era o ronco, os puns, pernilongos e uma danceteria que mesmo longe eu escutava tudo até umas quatro da manhã.
Ninguém aguentava mais, e eu era o único que tentava animar o ambiente, e no dia 30 a galera queria voltar, quando não era a chuva era o corpo todo queimado de sol, e eu firme e forte, afinal era só mais um único dia pra ver a virada de ano na beira da praia.
Eu tive uma brilhante ideia, pra melhorar o clima eu resolvi fazer um churrasco pq não existe nada melhor pra animar o clima que cerveja e carne, e convidei um senhor dono de uma pousada que eu havia ficado um ano antes que fiz amizade, mas incrível que depois de três dias de sol escaldante e quase uma hora na fila do mercado, acendi a churrasqueira que era um buraco no chão e uma grelha que achamos jogada na rua, mas realmente tudo estava dando errado e começou uma tempestade, mas sou persistente e cobri a churrasqueira com um pedaço de lona e desejei que meu convidado não aparecesse pra comer, e debaixo de temporal ele apareceu. A chuva não parou, acabou a luz, a cerveja estava quente, a carne mal passada, mas nada que abalasse eu e o convidado que começamos a contar piadas e causos, e entramos noite adentro rindo.
Enfim chegou dia 31, a praia lotada com clima de Rave, todos de branco e quando deu meia noite e os fogos começaram nós fomos os primeiros a entrar no mar e todos começaram a entrar também, e saiu i DJ e entrou uma banda ao vivo tocando “BOA NOITE XANGÔ” do Rappa, e eu aos berros e jogando água para cima cantava... “Noite chegou, Uma estrela caiu no mar. Boa noite Xangô, Anjo de Iemanjá. Barco cheio de flor. Alguém para te esperar. Quando você chegar Ou foooorrrr...”
E der repente a água do mar ficou doce e minha alma foi lavada!
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