AMOR DE VERÃO:
Glauber estava muito animado com a possibilidade de conhecer a praia, pela primeira vez iria ver o mar ao vivo e não pela TV ou fotos na internet, queria muito sentir a brisa que vem do oceano e sentir o sabor salgado da água e até imaginava sentir a areia queimando seus pés. Mas pra isso teria q conseguir alguém pra cuidar da Lan-house que a mãe tinha na garagem de casa, o convite a praia partiu do seu melhor amigo Fabio, que morava em frente de sua casa, amigos desde criança e inseparáveis parceiros de rolê. Fabio sempre foi o “mauricinho” da rua, os pais trabalhavam em bons empregos e davam de tudo pra o filho único e Glauber sentia até certo ciúme da vida fácil q Fabio levava, mas por ter um bom relacionamento entre as famílias, foi a mãe de Fabio quem chamou Glauber pra viajar junto e fazer companhia ao Fabio, mas enfim os dois saíram rumo ao litoral logo cedo, e chegando lá Glauber ficou impressionado com o tamanho do mar, era tudo e mais um pouco que tinha imaginado, o apartamento era de frente a praia, e nem bem chegaram e os dois correram pra água e assim ficaram o dia todo e só voltaram quando o sol já tinha se posto, depois de um bom banho os dois saíram pra dar um rolezinho na cidade e foi lá que os dois conheceram uma garota, uma hippie que vendia artesanato no calçadão, e na hora rolou a sintonia entre eles, e acabaram se encontrando todos os dias que ficaram de férias na viagem, Taty usava uma pena de pavão como brinco e saia comprida bem colorida, meio transparente q a deixava estupidamente sensual e de cabelos vermelhos e sardas no rosto parecida com a cara da “ Gina Weasley” do filme do Harry Potter, Fabio já disse baixinho para o Glauber q ela estava no papo e q no dia seguinte já ia pegar, Glauber sabia disso, pq desde q conhecia Fabio nenhuma garota escapou de suas garras, mas já perdidamente apaixonado pela ruivinha ele apenas concordou em ajudar o amigo, já q tinha a sua alta estima baixíssima. E no ultimo dia de praia os três amigos se despediram onde ela deu um abraço apertado e um beijo no rosto de Glauber e para tristeza de Glauber ela deu um beijo na boca de Fabio de pelo menos uns 10 minutos e a viagem de volta pra casa foi muito mais longa pra Glauber.
Apesar do “incidente” da despedida Taty começou a se comunicar através de cartas com Glauber, pq ela era avessa a qualquer tipo de tecnologia, dizia que esta afastando as pessoas do contato e do olho no olho, e toda semana Glauber recebia uma carta, lia, ou melhor devorava cada palavra e já respondia com outra carta, e mal se aguentava em ser respondido novamente, afinal ele que usava email, facebook e celular estava acostumado a respostas imediatas.
A cada carta recebida era minuciosamente inspecionada,nenhum detalhe antes de abrir passava desapercebido , sempre tinha um desenho, ou perfume e até o modo q ela colava o selo era diferente, abria o envelope com uma tesoura pq achava um pecado estragar algo feito com tanto carinho, praticamente um trabalho artesanal, ele conseguia até imaginar ela escrevendo cada palavra da carta, ela mordendo os lábios e com a franja entre os olhos atrapalhando pra escrever.
E assim foi o resto do ano, nunca comentaram sobre o bj no Fabio, conversavam sobre musica e filmes, sobre o tempo e artesanato e de quantos dias faltavam pra se encontrarem novamente, tinham em comum o fato de tocarem violão, a natureza e animais, diferente mesmo só o fato dele curtir a internet e ela odiar computadores.
Enfim o verão do ano seguinte havia chegado e Glauber pegou todas as suas economias juntadas durante o ano e partiu para a praia do Boqueirão atrás da ruivinha.
Já na praia ele viu o carro da família de Fabio estacionado na frente da mesma casa q ficou o ano passado e resolveu passar pra dar um oi, e ao se aproximar flagrou Taty e Fabio transando no carro...
...
...
... Glauber não sabe ao certo como foi parar em cima de uma pedra de frente para o mar, ficou observando o sol se por, e depois caminhou pelas ruas da praia, parou em uma barraquinha pediu um espetinho de camarão e uma cerveja, o dono da barraca perguntou se ele tocava bem o violão, Glauber tirou o violão e começou a tocar “Tolices- Ira!”, e do nada chegou um casal e perguntou se tocava “Eu quero sempre mais” também do Ira! E quando Glauber foi ver estava cercado de gente bebendo e cantando as musicas q tocava e foi assim a tarde toda, não precisou pagar pela cerveja q bebeu e de quebra conseguiu uma carona pra subir a serra.
Depois disso nunca mais respondeu as cartas de Taty, e também nem se deu ao trabalho de explicar o pq, até um dia que ele recebeu um convite dela no seu facebook, sentiu uma enorme felicidade de ver que finalmente ela estava conectada e leu seu recado q dizia q sentia muito a sua falta, Glauber entrou perfil dela, olhou as fotos e viu q continuava linda como a primeira vez q a viu, leu algumas postagens e sorriu já imaginando ela falando aquelas postagens, em seguida recusou o convite de amizade e a bloqueou, balançou a cabeça e lembrou q um dia Fabio disse que homem não nasceu pra ser amigo de mulher, mas ele simplesmente achou que não estava maduro o suficiente pra ter uma amizade com Taty, Glauber encheu sua xícara de café e voltou para seu PC e resolveu baixar um CD do “Acústico do Ira!” que acabara de lembrar que ainda não tinha.
Glauber estava muito animado com a possibilidade de conhecer a praia, pela primeira vez iria ver o mar ao vivo e não pela TV ou fotos na internet, queria muito sentir a brisa que vem do oceano e sentir o sabor salgado da água e até imaginava sentir a areia queimando seus pés. Mas pra isso teria q conseguir alguém pra cuidar da Lan-house que a mãe tinha na garagem de casa, o convite a praia partiu do seu melhor amigo Fabio, que morava em frente de sua casa, amigos desde criança e inseparáveis parceiros de rolê. Fabio sempre foi o “mauricinho” da rua, os pais trabalhavam em bons empregos e davam de tudo pra o filho único e Glauber sentia até certo ciúme da vida fácil q Fabio levava, mas por ter um bom relacionamento entre as famílias, foi a mãe de Fabio quem chamou Glauber pra viajar junto e fazer companhia ao Fabio, mas enfim os dois saíram rumo ao litoral logo cedo, e chegando lá Glauber ficou impressionado com o tamanho do mar, era tudo e mais um pouco que tinha imaginado, o apartamento era de frente a praia, e nem bem chegaram e os dois correram pra água e assim ficaram o dia todo e só voltaram quando o sol já tinha se posto, depois de um bom banho os dois saíram pra dar um rolezinho na cidade e foi lá que os dois conheceram uma garota, uma hippie que vendia artesanato no calçadão, e na hora rolou a sintonia entre eles, e acabaram se encontrando todos os dias que ficaram de férias na viagem, Taty usava uma pena de pavão como brinco e saia comprida bem colorida, meio transparente q a deixava estupidamente sensual e de cabelos vermelhos e sardas no rosto parecida com a cara da “ Gina Weasley” do filme do Harry Potter, Fabio já disse baixinho para o Glauber q ela estava no papo e q no dia seguinte já ia pegar, Glauber sabia disso, pq desde q conhecia Fabio nenhuma garota escapou de suas garras, mas já perdidamente apaixonado pela ruivinha ele apenas concordou em ajudar o amigo, já q tinha a sua alta estima baixíssima. E no ultimo dia de praia os três amigos se despediram onde ela deu um abraço apertado e um beijo no rosto de Glauber e para tristeza de Glauber ela deu um beijo na boca de Fabio de pelo menos uns 10 minutos e a viagem de volta pra casa foi muito mais longa pra Glauber.
Apesar do “incidente” da despedida Taty começou a se comunicar através de cartas com Glauber, pq ela era avessa a qualquer tipo de tecnologia, dizia que esta afastando as pessoas do contato e do olho no olho, e toda semana Glauber recebia uma carta, lia, ou melhor devorava cada palavra e já respondia com outra carta, e mal se aguentava em ser respondido novamente, afinal ele que usava email, facebook e celular estava acostumado a respostas imediatas.
A cada carta recebida era minuciosamente inspecionada,nenhum detalhe antes de abrir passava desapercebido , sempre tinha um desenho, ou perfume e até o modo q ela colava o selo era diferente, abria o envelope com uma tesoura pq achava um pecado estragar algo feito com tanto carinho, praticamente um trabalho artesanal, ele conseguia até imaginar ela escrevendo cada palavra da carta, ela mordendo os lábios e com a franja entre os olhos atrapalhando pra escrever.
E assim foi o resto do ano, nunca comentaram sobre o bj no Fabio, conversavam sobre musica e filmes, sobre o tempo e artesanato e de quantos dias faltavam pra se encontrarem novamente, tinham em comum o fato de tocarem violão, a natureza e animais, diferente mesmo só o fato dele curtir a internet e ela odiar computadores.
Enfim o verão do ano seguinte havia chegado e Glauber pegou todas as suas economias juntadas durante o ano e partiu para a praia do Boqueirão atrás da ruivinha.
Já na praia ele viu o carro da família de Fabio estacionado na frente da mesma casa q ficou o ano passado e resolveu passar pra dar um oi, e ao se aproximar flagrou Taty e Fabio transando no carro...
...
...
... Glauber não sabe ao certo como foi parar em cima de uma pedra de frente para o mar, ficou observando o sol se por, e depois caminhou pelas ruas da praia, parou em uma barraquinha pediu um espetinho de camarão e uma cerveja, o dono da barraca perguntou se ele tocava bem o violão, Glauber tirou o violão e começou a tocar “Tolices- Ira!”, e do nada chegou um casal e perguntou se tocava “Eu quero sempre mais” também do Ira! E quando Glauber foi ver estava cercado de gente bebendo e cantando as musicas q tocava e foi assim a tarde toda, não precisou pagar pela cerveja q bebeu e de quebra conseguiu uma carona pra subir a serra.
Depois disso nunca mais respondeu as cartas de Taty, e também nem se deu ao trabalho de explicar o pq, até um dia que ele recebeu um convite dela no seu facebook, sentiu uma enorme felicidade de ver que finalmente ela estava conectada e leu seu recado q dizia q sentia muito a sua falta, Glauber entrou perfil dela, olhou as fotos e viu q continuava linda como a primeira vez q a viu, leu algumas postagens e sorriu já imaginando ela falando aquelas postagens, em seguida recusou o convite de amizade e a bloqueou, balançou a cabeça e lembrou q um dia Fabio disse que homem não nasceu pra ser amigo de mulher, mas ele simplesmente achou que não estava maduro o suficiente pra ter uma amizade com Taty, Glauber encheu sua xícara de café e voltou para seu PC e resolveu baixar um CD do “Acústico do Ira!” que acabara de lembrar que ainda não tinha.

Nenhum comentário:
Postar um comentário