FERIADO DE FINADOS:
Sem duvida nenhuma o dia mais divertido do ano era o de finados, pensou Mauro, pq o resto do ano era uma monotonia que só. Fora os dias de enterro que fora as piadas que contam do defunto o resto do dia era um tédio.
Mauro não saia muito do cemitério pq da ultima vez q saiu se perdeu por quase 6 meses e ficou perambulando pelas ruas de Guarapuava, ele cansou de se perguntar pqestava ali ainda, lembrava se de ter morrido em um acidente de carro em um dia ensolarado em que dirigia bêbado voltando do rio Jordão, e se tinha que caminhar em direção da luz depois da batida ele não sabe, uma pq morreu de óculos escuro e na boa, não tinha luz mais forte que aquele sol de meio dia.
Mas voltando ao “dia dos finados” era aquele entra e sai de gente, uma mais feia que a outra, parecia show do Ozzy pq tava todo mundo de preto. Uma coisa que Mauro não se conformava era a sua “Senhora” trazer flores todo ano, mas já era um cacete, ela sabia que era alérgico e que receber flores é coisa de boiola, se trouxesse umas Playboys ou uma TV com “Pay per view” pra assistir um futebol, outra coisa que não se conformava era que quem tinha morrido era ele, mas quem deixou de viver foi sua patroa, a coitada engordou tanto que nem de perto era aquela gostosa com a qual se casou de coxas grossas que era um furacão na cama, quer dizer cama, sofá, chuveiro, na mesa, no carro e por ai vai...
Sempre no mesmo horário ela chegava com o vaso de crisântemos, acho que pq era o mais barato, e uma vela de 7 dias que durava no Maximo 4 dias, tem que ver isso ai em?
Mais Dolores chegava rezava em voz baixa, depois acendia a maldita vela fedida ( bem que podia trocar a vela por incensos cheirosos), e depois começava a “ladainha” de sempre, reclamando da vida e dos filhos, da minha mãe e da mãe dela, contou que o seu melhor amigo chegou a cantar ela, FDP bem que desconfiava que o pilantra queria furar seu olho, depois ela se despedia e dizia que tinha que correr pq tinha que tinha que ir para a novena e não podia se atrasar. Mauro ficava muito triste na despedida, pq gostaria que a mulher aproveitasse mais os seus dias de viva na terra, de coração gostaria que ela conhecesse alguém legal e começasse um regime urgente pq a galera do cemitério já tava a chamando de “D. Redonda” e hora ou outra esses apelidinhos ia acabar em “morte”, ops... Esqueci que todos moradores ali já estavam mortos, salvo o coveiro Tião que as vezes quando estamos entediados escondemos o seu cigarro só pra ver ele louco procurando kkkk...
Sem duvida nenhuma o dia mais divertido do ano era o de finados, pensou Mauro, pq o resto do ano era uma monotonia que só. Fora os dias de enterro que fora as piadas que contam do defunto o resto do dia era um tédio.
Mauro não saia muito do cemitério pq da ultima vez q saiu se perdeu por quase 6 meses e ficou perambulando pelas ruas de Guarapuava, ele cansou de se perguntar pqestava ali ainda, lembrava se de ter morrido em um acidente de carro em um dia ensolarado em que dirigia bêbado voltando do rio Jordão, e se tinha que caminhar em direção da luz depois da batida ele não sabe, uma pq morreu de óculos escuro e na boa, não tinha luz mais forte que aquele sol de meio dia.
Mas voltando ao “dia dos finados” era aquele entra e sai de gente, uma mais feia que a outra, parecia show do Ozzy pq tava todo mundo de preto. Uma coisa que Mauro não se conformava era a sua “Senhora” trazer flores todo ano, mas já era um cacete, ela sabia que era alérgico e que receber flores é coisa de boiola, se trouxesse umas Playboys ou uma TV com “Pay per view” pra assistir um futebol, outra coisa que não se conformava era que quem tinha morrido era ele, mas quem deixou de viver foi sua patroa, a coitada engordou tanto que nem de perto era aquela gostosa com a qual se casou de coxas grossas que era um furacão na cama, quer dizer cama, sofá, chuveiro, na mesa, no carro e por ai vai...
Sempre no mesmo horário ela chegava com o vaso de crisântemos, acho que pq era o mais barato, e uma vela de 7 dias que durava no Maximo 4 dias, tem que ver isso ai em?
Mais Dolores chegava rezava em voz baixa, depois acendia a maldita vela fedida ( bem que podia trocar a vela por incensos cheirosos), e depois começava a “ladainha” de sempre, reclamando da vida e dos filhos, da minha mãe e da mãe dela, contou que o seu melhor amigo chegou a cantar ela, FDP bem que desconfiava que o pilantra queria furar seu olho, depois ela se despedia e dizia que tinha que correr pq tinha que tinha que ir para a novena e não podia se atrasar. Mauro ficava muito triste na despedida, pq gostaria que a mulher aproveitasse mais os seus dias de viva na terra, de coração gostaria que ela conhecesse alguém legal e começasse um regime urgente pq a galera do cemitério já tava a chamando de “D. Redonda” e hora ou outra esses apelidinhos ia acabar em “morte”, ops... Esqueci que todos moradores ali já estavam mortos, salvo o coveiro Tião que as vezes quando estamos entediados escondemos o seu cigarro só pra ver ele louco procurando kkkk...

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