ZEN:
Champignon viu no FB criticas que ele era “Judas” e que nem esperou o corpo do Chorão esfriar e já começou a copiar ele no modo de cantar, não aguentou as criticas e se matou. O artista é assim, ele vive de aplausos e elogios, ele trabalha com sua alma, Poe o seu melhor no que faz, doa uma parte dos seus sentimentos em suas obras, é como um pedacinho dele esta no quem faz e divide com os “fãs”, e se vierem criticas em sua musicas, quadros, livros e até “tatuagem” é como se fosse um tapa em sua cara ou uma facada nas costas e é quase impossível aceitar isso sem se magoar, uns mais que outros. Percebi com o tempo que trabalhar usando o sentimento é como uma faca de dois gumes, tem os picos de humor, tem hora que to mó feliz e em outras num mal humor dos infernos, mas se vc assistiu Cazuza e The Doors os filme que retratam os cantores vão perceber que é bem assim mesmo, as vezes até machucando quem a gente gosta, tem artistas que odeiam os fãs, outros se fecham em seus mundos como o Michael Jackson.
Longe de mim me comparar com algum deles, mas sei que se to legal, de bem com a vida, tipo feliz, a tattoo flui, fica bonita, mais detalhes e cores, as ideias brotam na minha cabeça e se o cliente for gente boa e me der carta branca eu capricho tanto que as vezes me arrependo de ter cobrado pouco.
Só sei de uma coisa chegar a pensar em suicido jamais, mas percebi que meu humor mudou de uns tempos pra cá, até calmante tomei algumas vezes, mas estou me policiando e na verdade as pessoas devem mesmo ir a lojas de carro e perguntarem “Quanto custa um carro” ou na loja de tênis e perguntar ”Aki vende tênis?” ou no açougue e perguntar se qualquer carne custa dez real? Se o calmante não funcionar, vou tentar massagem, Yoga, meditação...

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