SÍNDROME DE ESTOCOLMO: (FINAL)
Na hora do pagamento de resgate a policia prendeu os sequestradores e descobriu o cativeiro, os amigos de João não o entregaram e em depoimento Deysi não disse nada sobre Bob, os policiais disseram q sabiam q haviam mais um integrante da quadrilha e que o fato de ficar todos esses dias as pessoas sequestradas pegavam certa simpatia pelo sequestrador e isso era um distúrbio bem normal que deturpava a maneira do sequestrado ver a situação e tentar proteger o meliante, esse distúrbio se chama “Síndrome de Estocolmo”, mas Deysi manteve o depoimento de não haver mais ninguém.
Passaram se três semanas após o sequestro, Deysi já levava uma vida razoavelmente normal, com um pouco de medo de parar nos semáforos, mas de resto até já saiu pra dançar numa noite, lógico que cercada de amigos. Más sua vida nunca mais seria como antes, parece loucura mas sentia falta de se sentir indefesa e ter alguém q a tratasse como foi tratada por Bob, por não poder usar as mãos e nem enxergar ela ficou totalmente dependente dele, e lembrava com certa nostalgia dos dias que ganhava comida na boca, do carinho e delicadeza dos banhos que ele dava e saudade das tarde em que passaram cantando e ele tocando o violão.
Nesse sábado Deysi não tinha nada pra fazer, tomou um banho demorado e em uma certa hora pode até sentir um toque suave em seu corpo, mas era só imaginação, saiu do banho secou os cabelos vestiu uma camisa q usava como pijama e deitou se, mas antes de dormir foi conferir seu i-Pad os recados do seu Facebook e seu olhos brilharam e um enorme sorriso brotou em seu rosto tudo por uma mensagem, e essa noite ela dormiu como um anjo e e com aquele sorriso bobo que só garotas tem...
O i-Pad no chão do quarto exibia a mensagem “... só enquanto eu respirar, vou lembrar de vc...” refrão da musica do “O Teatro Mágico” e a foto de perfil de quem mandou a mensagem era simplesmente do “Bob Esponja”...

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